Hugo Motta declara apoio a Lula na Paraíba: ‘O melhor para o país’

8 thoughts on “Hugo Motta declara apoio a Lula na Paraíba: ‘O melhor para o país’”

  1. Quem não é Lula no nordeste tem poucas chances de vitória nas eleições. Até Ciro teve que fazer trato com o “nine” para manter seu foro privilegiado e não ir em cana por ordem de algum juiz de primeira instância. Marcou audiência e foi pedir benção do encantador de otários. Motta quer que Lula apoie seu pai ao senado mas até agora Lula só se manifestou a favor do irmão do presidente do TCU.

  2. Os corruPTos se protegem…

    Por enquanto tudo na mesma….

    Os comunas jumentinhos piram…..

    A fumaça e o pó estão em festa na Academia….

    eh!eh!eh

    • “Barbaridade”!
      Psicopatas, perderam os resquícios de compostura!
      Fazem lembrar Vinicius, em:
      “Balada do enterrado vivo.”
      Vinicius de Moraes
      Poesia
      BALADA DO ENTERRADO VIVO
      “Na mais medonha das trevas
      Acabei de despertar
      Soterrado sob um túmulo.
      De nada chego a lembrar
      Sinto meu corpo pesar
      Como se fosse de chumbo.
      Não posso me levantar
      Debalde tentei clamar
      Aos habitantes do mundo.
      Tenho um minuto de vida
      Em breve estará perdida
      Quando eu quiser respirar.

      Meu caixão me prende os braços.
      Enorme, a tampa fechada
      Roça-me quase a cabeça.
      Se ao menos a escuridão
      Não estivesse tão espessa!
      Se eu conseguisse fincar
      Os joelhos nessa tampa
      E os sete palmos de terra
      Do fundo à campa rasgar!
      Se um som eu chegasse a ouvir
      No oco deste caixão
      Que não fosse esse soturno
      Bater do meu coração!
      Se eu conseguisse esticar
      Os braços num repelão
      Inda rasgassem-me a carne
      Os ossos que restarão!
      Se eu pudesse me virar
      As omoplatas romper
      Na fúria de uma evasão
      Ou se eu pudesse sorrir
      Ou de ódio me estrangular
      E de outra morte morrer!
      Mas só me resta esperar
      Suster a respiração
      Sentindo o sangue subir-me
      Como a lava de um vulcão
      Enquanto a terra me esmaga
      O caixão me oprime os membros
      A gravata me asfixia
      E um lenço me cerra os dentes!
      Não há como me mover
      E este lenço desatar
      Não há como desmanchar
      O laço que os pés me prende!

      Bate, bate, mão aflita
      No fundo deste caixão
      Marca a angústia dos segundos
      Que sem ar se extinguirão!
      Lutai, pés espavoridos
      Presos num nó de cordão
      Que acima, os homens passando
      Não ouvem vossa aflição!
      Raspa, cara enlouquecida
      Contra a lenha da prisão
      Pesando sobre teus olhos
      Há sete palmos de chão!
      Corre, mente desvairada
      Sem consolo e sem perdão
      Que nem a prece te ocorre
      À louca imaginação!
      Busca o ar que se te finda
      Na caverna do pulmão
      O pouco que tens ainda
      Te há de erguer na convulsão
      Que romperá teu sepulcro
      E os sete palmos de chão:
      Não te restassem por cima
      Setecentos de amplidão!”

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