Candidato defende implementação de mudança já em 2027
Luísa Marzullo
O Globo
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição do presidente da República poderá ampliar de quatro para cinco anos seu próprio mandato, caso vença o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.
Autor da proposta apresentada no Senado, o presidenciável defendeu que a mudança passe a valer já a partir de 2027, mas ressaltou que a definição sobre a duração do mandato caberá ao Congresso.
DEFINIÇÃO – “Vou usar o capital político que um presidente recebe para conseguir aprovar isso. Se o meu mandato vai ser quatro ou cinco anos, o processo legislativo que vai dizer, mas tem que valer para o meu mandato, sim. O Congresso vai definir”, disse Flávio, após receber o apoio do Podemos, em Brasília.
O senador voltou a defender o fim da possibilidade de recondução consecutiva à Presidência e argumentou que a busca pela reeleição leva governantes a priorizarem medidas de curto prazo. Na avaliação dele, o presidente Lula teria ampliado gastos públicos com o objetivo de permanecer no cargo.
“A reeleição é um instituto que, para mim, precisa acabar. Eu quero sentar naquela cadeira de presidente da República, fazer o que tem que ser feito, colocar o cidadão no centro do governo, fazer tudo em função de você e não em função da reeleição”, disse.
MUDANÇAS – A proposta integra um conjunto de mudanças constitucionais defendidas por Flávio, que também inclui uma reforma do Judiciário e a redução da maioridade penal. A eventual aplicação das novas regras ao mandato iniciado em 2027 dependeria da tramitação e da aprovação do texto pelo Congresso.
Flávio também voltou a reagir a uma declaração do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sobre a possibilidade de o ex-presidente Jair Bolsonaro disputar novamente a Presidência em 2030. O senador afirmou que, caso seja eleito, a restrição à reeleição deverá alcançar não apenas a ele próprio, mas também integrantes de sua família.
“E não é só eu, o meu pai também, já que houve uma fala desencaixada de que ele poderia ser candidato. Se eu for eleito em 2027, a partir de 2030 nenhum parente meu vai ser candidato”, afirmou.
INELEGÍVEIS – A Constituição estabelece que atualmente que cônjuges e parentes até segundo grau do presidente da República são inelegíveis para qualquer cargo, salvo se já forem titulares de mandato e candidatos à reeleição.
A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF), porém, admite que um familiar do presidente dispute o cargo desde que o titular ainda esteja em primeiro mandato e renuncie até seis meses antes da eleição.
APOIO DO PODEMOS – As declarações ocorreram após uma reunião com dirigentes do Podemos, que oficializou nesta quinta-feira o apoio à candidatura de Flávio no segundo turno. Presidida pela deputada Renata Abreu, a legenda se soma a PP, União Brasil, Novo e Republicanos, que já haviam anunciado adesão ao senador.
Ao agradecer o apoio, Flávio afirmou que pretende incorporar propostas do partido à construção de um eventual governo e destacou que a aproximação não representa uma adesão incondicional à sua plataforma.
“Não estamos falando de alinhamento automático ou carta em branco. É um livro que vamos escrever juntos. Vou ser um presidente que ouve demais e está aberto a projetos que não estejam na nossa pauta. Noventa por cento das dores das pessoas não têm cor partidária. Isso eu aprendi com o professor Augusto Cury”, afirmou.
TERCEIRO LUGAR – Cury disputou a Presidência pelo Avante e terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 2,89% dos votos, o equivalente a 3,4 milhões de eleitores. A adesão do Podemos amplia a sequência de apoios partidários recebidos por Flávio desde a votação de domingo. Na quarta-feira, o candidato havia recebido o respaldo da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, além do Novo e do Republicanos. No início da semana, os ex-adversários Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) também anunciaram apoio ao senador.
As articulações, conduzidas com a participação de aliados como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o coordenador político da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), buscam ampliar o arco de alianças no segundo turno e antecipar a formação de uma eventual base de sustentação no Congresso.
MDB – A campanha também mantém conversas com setores do MDB, cuja direção nacional ainda não definiu uma posição para o segundo turno. A tendência, contudo, é de neutralidade.
Depois de uma semana concentrada em articulações políticas em Brasília, Flávio deverá retomar as agendas de rua nos próximos dias. O candidato afirmou que pretende cumprir compromissos em São Paulo nesta sexta-feira e no sábado e organizar novas visitas ao Nordeste a partir da próxima semana.
Jurista sul-africana Navi Pillay ganha o prêmio Nobel da Paz 2026… –
O sonho do Ladrão acabou..!!!
O Lider Mundial dos Pinguços , que acabaria com a guerra da Ucrânia e Rússia numa mesa de bar tomando cachaça ficou sem o Prêmio Nobel que tanto queria para sua carreira criminosa…
aquele abraço
Minha proposta para a nova Constituição: prisão perpétua pra corruptos, sendo obrigados a assistirem o documentário do jacu de gaiola neandertal.
https://www.youtube.com/watch?v=jBoNR34jvGc
Três vezes por dia.
E no caso de desobediência, ter que assistir a série completa dos shows da Anitta.
Concordo, acabar com esse sistema de reeleição em todo o nível politico
Adendos, em:
https://www.youtube.com/live/9qgmNHIzVbk?is=E32wfFDy2xeScPqA
AVISAMOS AOS NAVEGANTES, que, no primeiro turno das eleições para presidente, na condição de dissidentes do sistema, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, optamos pela abstenção e pelos votos em branco e nulos, agora, no segundo turno, até podemos apoiar e votar num candidato a presidente, ou outro, logicamente naquele que, pelo menos, se comprometer com a realização urgente de um PLEBISCITO NACIONAL SIMPLES, perguntando ao povo que tipo de país ele quer, doravante, a saber: este que aí está, há 136 anos, no formato federativo, imposto e representado pela república do militarismo e do partidarismo, politiqueiros, e seus tentáculos velhaco$, ou a mudança para o novo Brasil de verdade, no formato confederativo, representado pela Revolução Pacífica do Leão, a RPL-PNBC-DD-ME, com democracia direta, meritocracia e Deus na causa, para que possamos fazer, ou não, a jurupoca piar, conforme a vontade livre e soberana do povo brasileiro, como nunca antes visto na história deste país. ORA ESSA, SE A LÓGICA E O ESPÍRITO DA COISA É PERDOAR BANDIDOS, fantasiados de políticos, usando inocentes úteis, usados como massa de manobra e bucha de canhão dos me$mo$, pois então a porta da esperança está aberta para que a banda boa, honesta e do bem do conjunto da sociedade, antissistema, ou seja, dissidente do sistema apodrecido, volte às ruas do país, desta feita, para liquidar a fatura aberta em Junho de 2013, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que de fato resolve o país, a política a vida e a convivência pacífica do conjunto da população, para os próximos 500 anos, de modo que, se der certo perdoaremos todos, culpados e inocentes, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, e se der errado seremos também obrigatoriamente perdoados, não por sermos bandidos mas isto sim por defendermos uma causa nobre de salvação nacional. https://tribunadainternet.com.br/2026/10/09/anistia-aos-golpistas-e-uma-promessa-de-flavio-que-os-militares-querem-festejar/?fbclid=IwY2xjawU17fBleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR7tsGonN5-43RSIrFn-RpJyPKJmFPne0f7wzkZ8J1Z8CG46F1yrfJq8DxlFCg_aem_loZ3o0LpPxAYyTrRmr7PRw#comments