TSE volta a julgar Claudio Castro e decisão pode redefinir o futuro político do Rio

EUA propõem tarifa de 25% contra produtos brasileiros e ampliam pressão sobre governo Lula

Quando a violência contra a mulher se torna a maior preocupação do país

Após derrota no STF, governo busca reaproximação com Alcolumbre e mira vitória com a 6×1

“Vorcarismo”: escândalo do Master continua a engolir nomes da política brasileira

Caiado e Zema empatam com Lula e mostram que a terceira via tem chance

Sem decolar, Caiado e Zema indicam possibilidade de unir forças

Caiado e Zema decolaram logo na primeira pesquisa

Carlos Newton

Chega a ser inacreditável. Na quarta-feira, dia 27, os presidenciáveis Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) se reuniram em São Paulo e anunciaram um acordo inicial para formar uma chapa conjunta no início de agosto. Assim, quem estiver à frente nas pesquisas sairá para presidente e o outro disputara como vice na coalizão.

Foi o que bastou. Dois dias depois, a pesquisa RealTime Big Data saiu em campo e ouviu 2 mil pessoas na sexta e no sábado. O resultado do levantamento é impressionante, porque indica uma forte tendência contra a polarização que caracteriza a política brasileiros nos últimos anos.

SEGUNDO TURNO – O resultado do primeiro turno não trouxe maiores novidades. Nas projeções de 1º turno, o presidente Lula da Silva, pré-candidato do PT, Lula tem 38% e Flávio Bolsonaro 31%, e os demais candidatos ficam com 6%, no máximo.

No entanto, quando as entrevistas passaram a indagar sobre o segundo turno, o quadro mudou de forma surpreendente. Embora as projeções continuem mostrando que Lula tem 45% contra 40% do senador Flávio Bolsonaro, o cenário é outro contra os presidenciáveis do PSD e do Novo.

A pesquisa RealTime Big Data mostra que Lula e Caiado aparecem empatados com 43% cada. Contra Romeu Zema, há empate técnico, dentro da margem de erro, com Lula pontuando 43% e Zema 40%.

TERCEIRA VIA – O resultado é mesmo auspicioso. Demonstra que grande parte do eleitorado já cansou da polarização e anseia por uma terceira via, seja lá qual for. Mostra também que o ex-presidente Jair Bolsonaro cometeu um erro brutal ao indicar o próprio filho, ao invés de apoiar o governador Tarcísio de Freitas, que venceria facilmente a eleição.

Como diria Helio Fernandes, o cidadão-contribuinte-eleitor não aguenta mais ser levado a escolher o menor pior entre petistas e bolsonaristas. O caminho preferido é escolher governantes com menos radicalismo político e mais experiência administrativa, para conduzir a reforma dos Três Poderes, que estão levando o país à exaustão.

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P.S. 1
– Divulgada nesta segunda-feira, dia 1º, a pesquisa RealTime Big Data foi um balde da água gelada no entusiasmo dos petistas, que consideram Flávio Bolsonaro um candidato mais fácil de derrotar. Tudo indica que Rolando Caiado e Romeu Zema (ou vice-versa) têm condições de crescer muito, pois ainda faltam quatro meses para o primeiro turno das eleições.

P.S. 2 – A pesquisa estourou como uma bomba também no PSD, cujo presidente Gilberto Kassab não quer ganhar a eleição e fará o possível para boicotar a chapa com o Novo. Kassab se considera dono do partido. Ele teme que Caiado se fortaleça a ponto de comandar o PSD e mandá-lo procurar sua turma. (C.N.)   

Assembleias contrataram milhares de cabos eleitorais para cargos em comissão

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Disputa pelo Senado expõe guerra interna da direita em ao menos seis estados

Nova pesquisa mostra que Lula empata, no segundo turno, com Caiado ou Zema

Lula e Flávio lideram rejeição e caem no segundo turno

Deu no Estadão

A pesquisa RealTime Big Data, divulgada nesta segunda-feira, mostra diferentes cenários da corrida presidencial. Para o levantamento, foram feitas 2 mil entrevistas em todo o território nacional, entre os dias 29 e 30 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

A pesquisa mostra a liderança do presidente e pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no 1º e 2º turnos contra o senador e pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. Nas projeções de 1º turno, Lula tem 38% e Flávio Bolsonaro 31%. Nas projeções de segundo turno, Lula tem 45% contra 40% do senador do PL.

A pesquisa está registrada sob protocolo BR-05864/2026. Além disso, o levantamento foi contratado e pago pela empresa Real Time Midia LTDA, com recursos próprios

OUTROS CANDIDATOS – Com relação aos outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, a pesquisa divulgada nesta segunda mostra o seguinte no cenário de primeiro turno: Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) pontuam 6% cada, Romeu Zema (Novo) 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC) registram 3% cada.

Nas projeções de segundo turno, o cenário mais apertado para Lula seria contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Contra o ex-governador de Goiás, Lula e Caiado aparecem empatados com 43% cada. Contra Romeu Zema, há empate técnico, dentro da margem de erro, com Lula pontuando 43% e Zema 40%.

No quesito rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem na liderança com 48% cada um, em seguida: Aécio Neves 45%, Caiado 39% Zema 35%, Renan Santos 28% e Joaquim Barbosa 27%.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Caramba, amigos. A nova pesquisa, feita poucos dias após o início de acordo entre Caiado e Zema já mostra que a terceira via tem condições reais de vencer essa eleição, porque Lula e Flávio Bolsonaro estão bem à frente em matéria de rejeição. Em tradução simultânea, este país pode sair do buraco negro da polarização, como a gente vive dizendo aqui na Tribuna da Internet. (C.N.)

PGR dá ultimato a Vorcaro: sem confissão, não haverá delação

Defesa tenta reconstruir as pontes com Mendonça

Malu Gaspar
O Globo

As negociações para uma nova tentativa de fechar um acordo de delação premiada de Daniel Vorcaro começaram na semana passada em duas reuniões separadas dos advogados dele com integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e delegados da Polícia Federal.

De acordo com os envolvidos nas conversas, não se pode dizer que houve uma evolução, porque ainda não foi feita nenhuma sinalização mais concreta do que será oferecido desta vez.  Mas uma condição para evitar que a proposta seja rejeitada de novo já foi colocada nas duas reuniões: se quiser realmente um acordo, Vorcaro precisa parar de tentar se defender e realmente assumir crimes.

RESPONSABILIZAÇÃO – A primeira proposta, rejeitada no último dia 20, foi considerada insuficiente, por não relatar fatos que já tinham sido descobertos pelos investigadores e seletiva por tentar proteger pessoas e esconder coisas que deveriam ser óbvias. Na avaliação de fontes ligadas à negociação, isso decorreu em boa parte do fato de que Vorcaro se recusava a admitir culpa nos fatos que levaram à sua prisão, em novembro passado.

O caso do senador Ciro Nogueira (PP-PI) é exemplar. Os anexos de Vorcaro não falavam do pagamento de uma mesada de R$ 500 mil e de despesas de luxo como viagens e jantares na Europa. Mas mencionava a sociedade na empresa utilizada como veículo e não abordava a apresentação da chamada “emenda Master”, que propunha aumentar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para os investidores que compravam CDBs.

De tão suave como senador, o capítulo sobre ele foi chamado por investigadores de “a beatificação de Ciro”. A primeira proposta também não trazia nos anexos detalhes sobre a influência de Cláudio Castro nos aportes do Rioprevidência em papéis do banco Master. Daí a constatação de um integrante da equipe que negocia com os advogados de Vorcaro: se ele não mudar de postura, se não sair da defensiva e abandonar o discurso de vítima, de nada vai adiantar voltar com mais anexos. “Ele precisa aceitar que uma delação presume confissão de crimes, não é instrumento de defesa”, diz esse investigador.

RETORNO AO DIÁLOGO – Os advogados de Vorcaro também tem uma missão paralela: tentar reconstruir as pontes com o relator do caso, o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Os defensores de Vorcaro deixaram de ter acesso ao gabinete de Mendonça, que passou a se comunicar com eles apenas por escrito, por meio de petições, depois que José de Oliveira Lima, o advogado anterior, decidiu bancar a proposta oferecida por Vorcaro.

Ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, ele disse que apelaria à Segunda Turma da Corte caso a colaboração não fosse homologada, o que foi encarado como uma ameaça pelo magistrado, que deixou de receber a equipe do banqueiro em seu gabinete.

TRANSFERÊNCIA – Com a rejeição da proposta, Vorcaro deixou a sala de Estado-Maior da superintendência da PF no Distrito Federal e foi para uma cela de passagem que, segundo seus advogados, contava com instalações muito piores do que as carceragens pelas quais o banqueiro passou desde sua prisão em março passado.

Posteriormente, Mendonça autorizou que o executivo voltasse à sala original, pela qual também passou o ex-presidente Jair Bolsonaro antes de ser transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. A decisão foi encarada como um “reset” nas tratativas. Cabe agora à defesa convencer Vorcaro a passar de vítima a culpado para conseguir avançar com um acordo.

Investigação liga recursos de ONG contratada pela Prefeitura de SP à produção de ‘Dark Horse’

O poeta Paulo Leminski, como um sujeito indireto, ainda à procura da perfeição 

Frases de Paulo Leminski no Facebook - A ti, eu deixo o sono. - Pontos de  VistaPaulo Peres
Poemas & Canções

O crítico literário, tradutor, professor, escritor e poeta paranaense Paulo Leminski Filho (1944-1989), no poema “Sujeito Indireto”, faz uma reflexão sobre a inutilidade de se procurar pela perfeição.

SUJEITO INDIRETO
Paulo Leminski

Quem dera eu achasse um jeito
de fazer tudo perfeito,
feita a coisa fosse o projeto
e tudo já nascesse satisfeito.

Quem dera eu visse o outro lado,
o lado de lá, lado meio,
onde o triângulo é quadrado
e o torto parece direito.

Quem dera um ângulo reto.
Já começo a ficar cheio
de não saber quando eu falto,
de ser, mim, sujeito indireto.

Após a queda de Castro, PL trava disputa estratégica pelo Senado do Rio

Operação apura suspeitas de fraude em ONG da empresária por trás de ‘Dark Horse’

Crise de Flávio abala direita, mas especialistas dizem que candidatura ainda sobrevive

Entre Washington e Brasília: a disputa política por trás do combate ao crime organizado

Direita tenta promover a interferência externa sobre a questão

Pedro do Coutto

Poucos temas conseguem reunir tanta preocupação popular quanto a segurança pública. Em um país marcado pelo avanço de organizações criminosas cada vez mais estruturadas e com atuação que ultrapassa fronteiras estaduais, qualquer debate sobre estratégias de enfrentamento tende a ganhar repercussão imediata.

Quando esse debate envolve uma potência estrangeira como os Estados Unidos, porém, a discussão deixa de ser apenas policial e passa a ocupar um espaço muito mais amplo, envolvendo soberania nacional, relações diplomáticas e, inevitavelmente, cálculo eleitoral.

ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS – Foi exatamente isso que ocorreu após a decisão americana de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A medida provocou reações distintas no Brasil e acabou criando uma nova frente de confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

Mais do que uma divergência sobre segurança pública, o episódio expôs visões opostas sobre o papel do Brasil diante da influência internacional e abriu espaço para uma disputa narrativa com potencial de impactar o cenário político dos próximos meses.

OPORTUNIDADE – A reportagem de O Globo que analisou o tema mostra que ambos os lados enxergaram na questão uma oportunidade de reforçar seus respectivos discursos. Lula optou por enfatizar a defesa da soberania brasileira, sustentando que o combate ao crime organizado deve permanecer sob responsabilidade das instituições nacionais.

Já Flávio Bolsonaro e aliados interpretaram a decisão americana como um reconhecimento da gravidade do problema enfrentado pelo país e defenderam uma aproximação maior com Washington na luta contra as facções.

PESQUISA – Os números da pesquisa Genial/Quaest ajudam a entender por que o tema desperta tanto interesse político. Segundo o levantamento, uma ampla maioria dos brasileiros considera que PCC e Comando Vermelho podem ser classificados como organizações terroristas.

Entretanto, quando a pergunta envolve a participação dos Estados Unidos no enfrentamento dessas facções, o consenso desaparece. Metade dos entrevistados entende que a questão deve ser tratada exclusivamente pelo Brasil, enquanto uma parcela significativa admite algum tipo de cooperação internacional.

AMEAÇA E INTERFERÊNCIA – Essa diferença é fundamental para compreender o debate. A população parece distinguir claramente duas questões que muitas vezes são apresentadas como uma só. Uma delas é o reconhecimento da ameaça representada pelas facções criminosas. Outra, bastante diferente, é a aceitação de uma influência externa sobre decisões relacionadas à segurança nacional.

É justamente nessa segunda dimensão que Lula procura concentrar sua argumentação. Ao transformar o episódio em uma discussão sobre autonomia nacional, o presidente desloca o foco de uma área em que seu governo enfrenta cobranças constantes — a segurança pública — para um terreno historicamente favorável aos chefes de Estado: a defesa da soberania do país. Trata-se de uma estratégia política relevante porque o sentimento de preservação da independência nacional costuma encontrar respaldo em diferentes segmentos ideológicos da sociedade.

EVIDÊNCIA – A oposição, por sua vez, aposta em uma abordagem distinta. Flávio Bolsonaro procura associar a decisão americana à necessidade de respostas mais duras contra o crime organizado, explorando a percepção de que os resultados alcançados até agora pelo governo federal ainda não convenceram parcela importante da opinião pública. Nesse raciocínio, a manifestação de Washington serviria como evidência de que o problema brasileiro alcançou proporções internacionais e exige cooperação além das fronteiras nacionais.

O episódio ganhou contornos ainda mais políticos diante da aproximação entre integrantes da família Bolsonaro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro de Flávio Bolsonaro com autoridades americanas pouco tempo após compromissos diplomáticos envolvendo Lula foi interpretado de maneiras opostas pelos dois campos políticos. Para os apoiadores da oposição, demonstrou alinhamento estratégico. Para os governistas, reforçou a percepção de interferência estrangeira em assuntos internos brasileiros.

As declarações do secretário de Estado americano, Marco Rubio, também contribuíram para ampliar a controvérsia. Integrantes do governo brasileiro passaram a argumentar que decisões relacionadas à realidade nacional não podem ser tomadas sem considerar plenamente a posição das autoridades brasileiras.

IDENTIDADE POLÍTICA –  O aspecto mais interessante desse episódio é que ele demonstra como uma pauta originalmente ligada à segurança pública foi rapidamente transformada em uma disputa sobre identidade política e projeto de país. O debate deixou de girar apenas em torno do combate às facções criminosas e passou a envolver questões mais amplas, como independência nacional, relações exteriores e o papel do Brasil no cenário internacional.

A pergunta que permanece em aberto é qual narrativa encontrará maior ressonância junto ao eleitorado. As pesquisas indicam que os brasileiros desejam respostas mais eficazes para o problema da violência, mas também demonstram cautela diante da possibilidade de influência estrangeira sobre decisões nacionais. Esse equilíbrio delicado pode definir o rumo do debate nos próximos anos.

Por enquanto, a vantagem parece estar com quem conseguir convencer a população de que é possível combater o crime organizado com firmeza sem abrir mão da autonomia do país. Afinal, se a segurança pública mobiliza o medo dos brasileiros, a soberania nacional continua mobilizando algo igualmente poderoso: o sentimento de que as decisões sobre o destino do Brasil devem ser tomadas, antes de tudo, pelos próprios brasileiros.

Casa Branca diz que legislação dos EUA proíbe intervir em países como o Brasil

Elogio de Trump a Lula foi espontâneo, diz porta-voz dos EUA | G1

Porta-voz  da Casa Branca, Amanda Robertson deu entrevista ao SBT News

Vinícius Carvalho
MSN

A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA desmentiu influência de Flávio Bolsonaro na classificação das facções, esclareceu que o assunto não tem nada a ver com ações militares no Brasil e exaltou Lula. Em entrevista ao SBT News, Amanda Robertson afirmou que a decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais foi tomada exclusivamente pelo presidente Donald Trump e sua equipe, sem influência da família Bolsonaro e sua trupe.

“A prioridade dos EUA também é a nossa economia, fazendo nosso país mais forte. Agora, a decisão do presidente do Brasil é dos brasileiros. Estamos focando na nossa estratégia de fazer os EUA e o mundo mais seguros”, disse Amanda Robertson ao SBT.

LEI PROÍBE – A porta-voz americana destacou que a legislação americana que permite essas designações não prevê intervenção militar no Brasil, diferenciando o caso de outros países como a Venezuela. Amanda Robertson frisou que cabe ao Brasil decidir suas próprias medidas internas, enquanto os EUA apenas incentivam ações mais rigorosas contra os grupos criminosos.

À GloboNews, em outra entrevista, a porta-voz da Casa Branca reforçou que a prioridade do governo Trump é proteger os interesses e a segurança dos americanos, e que a designação dos grupos terroristas faz parte dessa estratégia.

Ela também comentou sobre o encontro entre Trump e Lula, destacando a boa relação entre Brasil e EUA e a necessidade de cooperação em desafios globais. “Eles conversaram, até se abraçaram. É um fato que realmente o Brasil e os Estados Unidos têm muito em comum, compartilham os maiores desafios no mundo hoje e precisamos continuar trabalhando juntos. Nossos países têm uma história longa, uma relação ampla, e essa relação obviamente vai continuar e avançar”, acrescentou sobre Lula.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– Conforme o comentarista Roberto Nascimento assinalou em seu artigo deste domingo, os interesses do governo Trump são sempre mais econômicos do que políticos. A hipótese de intervenção em um país como o Brasil é coisa de lunáticos. Apenas isso. (C.N.)

Empresária ligada a Lulinha diz estar sendo alvo de perseguição política