Quase 4 em cada 10 trabalhadores estão na informalidade
Débora Oliveira
CNN
O governo chega à semana da eleição com um resultado favorável para apresentar: o desemprego está em 5,3%, a menor taxa para um trimestre encerrado em agosto desde o início da série do IBGE, em 2012. Mas a mesma pesquisa traz um número que ajuda a explicar por que a melhora do emprego pode não ter o mesmo peso para todos os eleitores. Quase 4 em cada 10 trabalhadores estão na informalidade. E essa diferença importa na reta final da campanha.
Conseguir uma ocupação pode mudar a vida de uma família. Ainda assim, ter trabalho não significa necessariamente receber o suficiente ou saber quanto dinheiro entrará no mês seguinte. É com esse desafio de conseguir renda e ter segurança que a baixa taxa de desemprego se torna limitada na hora de se transformar em satisfação política.
TENDÊNCIA – A informalidade passou de 37,3% no trimestre encerrado em maio para 37,5% no período de junho a agosto. São 38,8 milhões de trabalhadores nessa condição. A oscilação de 0,2 ponto percentual é pequena e consegue apontar uma tendência de piora. A proporção também permanece abaixo da registrada um ano antes. Porém, a preocupação está, principalmente, no tamanho do grupo que continua exposto à instabilidade.
Para quem trabalha sem carteira assinada ou por conta própria, sem um negócio formalizado, a renda pode depender dos serviços que aparecem naquela semana. Se os clientes somem ou uma doença impede o trabalho, desaparece também a principal fonte de sustento. O problema é que o aluguel e as prestações continuam vencendo, mesmo quando o dinheiro não entra.
PROTEÇÃO – É importante lembrar que nem todo trabalhador informal ganha pouco. Mas, para muitos, a falta de proteção e a imprevisibilidade tornam mais difícil o planejamento para a vida. Na pesquisa, uma pessoa que começou a fazer trabalhos informais pode deixar de ser considerada desempregada. Só que, no cotidiano, ela pode continuar se sentindo insegura sobre como pagará as contas no mês seguinte.
Isso não diminui a melhora do emprego. O país alcançou o recorde de 103,5 milhões de pessoas trabalhando, com aumento de 774 mil em relação ao trimestre encerrado em maio. Construção e indústria foram os destaques. A ocupação cresceu mais do que o conjunto de pessoas trabalhando ou procurando uma vaga. Portanto, a queda do desemprego nesse período não se explica simplesmente pela desistência de procurar trabalho.
Só que para o bolso, o rendimento médio ficou em R$ 3.777, com ganho de poder de compra de 3,7% em relação a um ano antes, mas estável na comparação trimestral. Ou seja, há melhora em relação ao ano passado, mas sem avanço significativo de um trimestre para o outro. E essa média reúne pessoas com rendimentos muito diferentes.
MAIS OPORTUNIDADES – Para o governo, os números fortalecem o argumento de que a economia tem oferecido mais oportunidades. Para a oposição, a informalidade e a insegurança da renda abrem espaço para questionar a qualidade dessa melhora. E as duas leituras são correspondentes, sem que uma anule a outra.
Afinal, quem conseguiu emprego pode reconhecer uma mudança importante. Quem continua entre os 5,8 milhões de desempregados ou depende de serviços esporádicos pode ter outra percepção. Não é possível deduzir o voto a partir dessa pesquisa, mas ela ajuda a entender por que bons indicadores não produzem uma avaliação mais homogênea da economia.
PRESSÃO – Pensando no cenário de juros, também não há garantia de alívio rápido nas prestações. Mais gente trabalhando sustenta as compras das famílias. Se a oferta de produtos e serviços não acompanha essa procura, os preços podem sofrer pressão, exigindo cautela do Banco Central.
A renda média estável recomenda evitar diagnósticos de aceleração generalizada dos salários, mas o desemprego baixo, sozinho, não assegura cortes mais rápidos dos juros.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Sinceramente, quem ainda pode continuar acreditando no IBGE, dirigido por um petista manipulador como Marcos Pochmann? O IBGE já foi considerado um dos melhores operadores de estatística do mundo, mas nos últimos anos caiu na vala comum do PT. (C.N.)
“Quem ainda pode continuar acreditando no IBGE, dirigido por um petista manipulador como Marcos Pochmann?”
Resposta.;
Os burros de duas patas que votam no degenerado , desqualificado, incapaz, incompetente e ladrão corruPTo…do Narcola 9F.
Se o capim tá caro não come….
simples assim…
aquele abraço
Trabalho sem esperança de futuro
A grande massa de trabalhadores de baixa escolaridade, composta de jovens em sua maioria, que trabalha 44 horas semanais pelo salário-mínimo, recebe, após um mês de trabalho exaustivo, o valor líquido de R$ 1.499,42, já considerados os descontos.
Sr. Panorama
Esse é o grande Projeto de Páis do Narcola 9F e sua Facção Criminosa ….
Estão ensinando o povo é ser pobre, misérável e sobreviver com 1.499,42..
È díficil fazer narrativas rocambolícas com a realidade e fatos…
Ficar nas Bigs Mansões fumando erva e cheirando o pó mágico do Freud não vai adiantar para fazer as mudanças necessárias para o Páis….
e detalhe.:
Os narcolicos nem descem dos Apês para ver o Exército de homens e mulheres jogados nas ruas todos os dias….
aquele abraço
PS.
Sr. Panorama,
O Sr, sabe como o povo está se virando para sobreviver.??
Não devemos esquecer que quem recebe o Bolsa Família, etc. Não são considerados desempregados e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) prepara uma mudança metodológica para incluir o mercado de drogas ilícitas no cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) a partir de 2028.
📊 Como Funciona a Mudança
• Padrão Internacional: A ONU (Organização das Nações Unidas) recomenda a contabilização de transações econômicas voluntárias, mesmo as ilegais.
• Exemplo Europeu: Países da União Europeia adotam essa regra desde 2014.
• Não é Legalização: O objetivo é mapear o dinheiro circulante informal, e não validar crimes.
• Método de Cálculo: Estima-se multiplicando o número de usuários pelo consumo médio e preço.
Gostaria de saber mais sobre como o IBGE calcula a economia informal ou sobre drogas ilicitas.
Estamos a atingir a perfeição!
Acho que os dados estão corretos. É só conversar com donos de pequenas empresas para perceber a falta de mão de obra. As causas são seguro desemprego ( o pessoal trabalha um ano bem e depois faz corpo mole para ser demitido. Recebe o auxílio desemprego e faz bicos). Outra causa é o bolsa família: quem recebe não quer um trabalho formal, ganhando pouco. Prefere fazer bicos.
95 MILHOES de brasileiros sobrevivem de algum auxilio do governo. Não são considerados desempregados pelo IBGE.
Diferenças entre a realidade e a promessa da picanha.
Salário mínimo do Narcola e o salário minimo do Dieese….
Agosto R$ 1.621,00 R$ 7.565,86
Calculado mensalmente pelo DIEESE com base no Preço da Cesta Básica de Alimentos, estimando o valor suficiente para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte e lazer..
E detalhe.
O aumento de 91,00 ladrãozãus doados pelo Narcola não dá nem para encher um carrinho de feira.
Se levar 91,00 nos mercados é arriscado ser expulso ao socos e pontapés pelos seguranças.
aquele abraço
PS.
Hoje recebi uma informação que uma rede de supermercados (grande nome), está cobrando pelo filé mignon 159,90 o quilo….