Candidato tem pretensão de texto constitucional.
Laura Braga
Pedro Grigori
Metrópoles
O senador Flávio Bolsonaro (PL) comemorou o resultado das eleições para o Congresso Nacional e falou em “mudar a Constituição” para “redemocratizar o Brasil”. “Já temos maioria no Senado e na Câmara, para a gente mudar a Constituição para redemocratizar o país”, disse.
A fala do candidato a presidente pelo PL foi feita nesta terça-feira (6/10), durante evento em Goiânia para oficializar o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) a Flávio. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também esteve no evento.
CRESCIMENTO DO PL – O resultado do 1º turno das eleições garantiu o crescimento do Partido Liberal, de Flávio, no Senado e na Câmara. O número de deputados federais saltou de 98 eleitos em 2022 para 121, um crescimento de 23%. Na Casa Alta, o número de senadores do PL subiu de 15 para 28.
Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), são exigidos 3/5 dos votos na Câmara (o equivalente a 308 dos 513 deputados) e no Senado Federal (pelo menos 49 dos 81 senadores). Com isso, o PL ainda vai precisar de alianças para ter maioria nas duas Casas.
Nesta terça-feira, a Federação União Progressista — formada pelos partidos União Brasil e PP — já oficializou apoio a Flávio. Republicanos, Novo e Podemos devem formalizar os apoios nos próximos dias.
APOIO DE CAIADO – No evento, Flávio relembrou a relação com Caiado e afirmou que o objetivo da aliança é “derrotar o PT”. “E digo da minha identidade com o Caiado, conversamos uma vez em Brasília e, cheio de dúvidas, falei pra ele que teria que ser candidato a presidente para esfregar a verdade na cara desse cara ( Lula). A gente vai encerrar essa era do Lula, acabou pro PT, acabou pro Lula”, afirmou.
Caiado também discursou no evento e reforçou que fará campanha pela vitória de Flávio. “Pode contar com nosso apoio, estamos à sua disposição para entrar onde for no nosso país e dizer que o Estado brasileiro não se curva ao crime e à bandalheira”, afirmou Caiado.
No discurso, Caiado fez elogios ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “Bolsonaro foi meu colega de Congresso por mais de 20 anos. Dois homens (Caiado e Jair) que nunca aceitaram cabresto, sempre com muito respeito, de maneira honesta, essa sempre foi minha postura na vida e devemos muito a ele”, disse.
ANISTIA – O ex-governador de Goiás ainda pediu que Flávio dê anistia para o pai, Jair Bolsonaro. “Se eu chegasse onde você vai chegar, eu assinaria a anistia dele (Bolsonaro). Eu falei isso em todos os cantos deste país”, afirmou.
Ao encerrar o discurso, Caiado fez críticas ao presidente Lula. “Lula, você roubou o futuro do Brasil, roubou no mensalão, no Petrolão e em todas as instâncias. Vamos dar essa vitória para Flávio Bolsonaro transformar o Brasil e devolver o Brasil para os brasileiros de bem.”
A lambança feita pelo consórcio STF/Aparato Petista – Lula, destruindo o tecido republicano e democrático é de tal monta, que só mesmo uma nova Constituição pra resgatar o país do atraso, da corrupção e subdesenvolvimento.
Digo, lançar as bases para. Pois o trabalho de reconstrução do país pó-tsunami totalitário e reacionário levará umas boas décadas.
O último país a sair da miséria, inclusive com pena de morte para corruptos (se fosse no Brasil, Brasília ficaria deserta), a China:
A Reforma e Abertura (a partir de 1978): Sob a liderança de Deng Xiaoping, a China introduziu a política de “reforma e abertura”, descentralizou a economia, criou Zonas Econômicas Especiais (ZEEs) e atraiu investimentos estrangeiros maciços, aproveitando inicialmente sua vasta mão de obra barata para virar a “fábrica do mundo”. (Google).
Ou seja, 40 anos.
– a Constituição deve ser a partir da sociedade e não um gosto das capitanias hereditárias bolsonaristas;
– com a reeleição do jacu de gaiola neandertal, o farsante Lula, o oposto dos líderes da Quarta Revolução Tecnológica, nosso futuro, preso a 50 anos de atraso, tende a ir para 100 anos de solidão tecnológica e sócio-econômica.
Sua seiva vital, assim como das oligarquias cleptopatrimonialistas, é extraída da Indústria da Miséria e Exclusão.
Credencruz neste ser da Era da Pedra Lascada.
A Índia, apesar do elevado nível de miséria, caminha resoluta para desenvolver suas forças produtivas – aqui elas são consideradas inimigas e taxadas em quase 30% de impostos:
https://revistaforum.com.br/global/r-20-trilhoes-em-20-anos/
Como o encruado jacu de gaiola neandertal reeleito, esqueçamos qualquer resquício deste naipe.
Pra sair da miséria efetivamente, falta à Índia punir exemplarmente os corruptos, como fora em Singapura e tem sido na China, últimos países a saírem da miséria para o pleno desenvolvimento.
https://www.ibadeinstituto.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=272&catid=8&Itemid=101
Aqui no Brasilm teríamos que isolar Brasília com uma cerca elétrica e a tornar um presídio de prisão perpétua, como primeiro ato pra sair da estagnação.
“Já temos maioria no Senado e na Câmara, para a gente mudar”
Parece que desse jeito a gente vai mudá mesmo!
Ai, meu Deus, até quando a gente vai tê que aguentá esses pilantras iniciantes.
Essa é a nossa sina: sai um burro corrupto e entra outro.