Caiado está subindo nas redes sociais e já tem mais visibilidade do que Flávio

Quem é Caiado, ortopedista e governador de Goiás que será candidato do PSD à presidência - Estadão

Caiado repete Zagallo e ironiza: “Vão ter de me aturar”

Carlos Newton

O avanço de Ronaldo Caiado (PSD) na disputa pela Presidência da República tem sido boicotado nas pesquisas eleitorais, mas agora não será mais possível esconder a virada. Como dizia o poeta Luiz de Camões, outro valor mais alto se alevanta, porque o nome do ex-governador goiano começa a disparar nas redes sociais, segundo levantamento do Instituto AP Exata

Caso esse crescimento nas redes sociais se confirme no decorrer de julho, as possibilidades de Caiado se converter em terceira via estarão aumentando de forma expressiva, antes mesmo do início oficial da campanha, que só ocorre em 15 de agosto, quando as candidaturas não podem mais ser trocadas.

DADOS ANIMADORES – Segundo a repórter Bianca Gomes, do Estadão, que analisou a pesquisa, o dado mais animador é que o aumento da exposição do pré-candidato do PSD nas redes sociais não foi acompanhado por um crescimento proporcional das menções negativas a ele. Ou seja, está crescendo o apoio à candidatura de Caiado e diminuindo as restrições ao nome dele.

A pesquisa AP Exata, divulgada com exclusividade pelo Estadão, mostra que está tendo resultados a mudança de estratégia na campanha do ex-governador goiano. Há duas semanas ele subiu o tom e começou a bater pesado não somente no presidente Lula (PT), mas também no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Com isso, o volume de menções ao nome de Ronaldo Caiado nas redes sociais cresceu 446,3% em apenas cinco dias, segundo levantamento feito na semana passada.

PASSANDO FLÁVIO – Para se ter uma ideia do crescimento de Caiado nas redes sociais, a pesquisa da AP Exata comprovou que no domingo passado, dia 12, o pré-candidato do PSD tornou-se o segundo nome mais citado nas redes entre os presidenciáveis, com 26,2% do volume de menções, atrás apenas de Lula, com 34,3%, e à frente de Flávio, que registrou 25,6%.

Entre os demais pré-candidatos, o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo) apareceu com 4,8% e Renan Santos, da Missão, com 4,7%.

Na média dos  cinco dias pesquisados, o grande destaque foi o surpreendente crescimento do volume de menções a Caiado, que cresceu de 2,85% para 15,57%, com aumento de 446,3%, repita-se.

P.S. 1 – Desde a eleição de 2022, a possibilidade de uma terceira vida está sendo boicotada pelos institutos de pesquisa, que forçam a barra e são pagos para manter a polarização entre lulistas e bolsonaristas. Agora, surge esse levantamento da AP Exata, um indicativo da maior importância. Mostra que ainda há espaço para o crescimento da terceira via, representada por Ronaldo Caiado, que é o mais experiente e qualificado para disputar com Flávio Bolsonaro os votos da direita e do centro. E, cá entre nós, o número de menções nas redes sociais é um demonstrativo muito mais preciso do que essas pesquisas dos autointitulados “institutos”, acredite se quiser. Satisfeito com o levantamento da AP Exata, Caiado repetiu a frase célebre do técnico Zagallo: “Vão ter de me aturar”.

P.S. 2 – A vitória da Espanha foi justa. Sua equipe tinha conjunto, um detalhe importantíssimo que faltou à seleção brasileira. Considero que o Brasil não perdeu o título de “País do Futebol”, por um motivo muito simples – somos o maior exportador de jogadores do mundo. Ou seja, temos a maior fábrica de craques, mas falta conjunto. (C.N.)

“Papudinha”: O batalhão que virou a prisão dos grandes escândalos da República

Aliados pressionam Valdemar a assumir articulações da campanha de Flávio

Valdemar disse que quer ajudar, mas evita conflitos

Bela Megale
O Globo

Cresce entre aliados de Flávio Bolsonaro os apelos para que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tome frente das costuras políticas da campanha presidencial. A avaliação entre mandachuvas do centrão, como PP e União, e do próprio PL, é que, com Valdemar no comando das tratativas, as conversas com as demais legendas fluirá melhor, inclusive para negociações nos estados.

A leitura é que, ao consolidar bons palanques regionais, o próprio Flávio vai se beneficiar diretamente da estratégia. Valdemar tem jogado parado e faz elogios a Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha que foi incumbido dessa frente. O presidente do PL fala que a missão foi dada a Marinho pelo próprio Bolsonaro.

FORA DE CONFLITOS – Os apelos para que Valdemar tenha uma atuação mais enfática junto a Flávio já chegaram ao presidente do PL. Segundo aliados do mandachuva partidário, ele está disposto a ajudar em tudo que for chamado, mas não entrará em conflitos.

A postura adotada por Flávio na condução de sua campanha tem irritado lideranças do próprio PL e afastado aliados do presidenciável. A principal queixa é que o senador é centralizador, ouve poucas pessoas e decide praticamente tudo sozinho, com seu pequeno núcleo.

Uma das maiores preocupações é que esse isolamento possa comprometer os cenários estaduais. A possibilidade da federação PP e União Brasil seguir a posição nacional e preferir a neutralidade a apoiar o PL no Rio de Janeiro tem preocupado as lideranças do partido.

Resultado foi justo e a Copa do Mundo desta vez ficou com a melhor seleção

A ESPANHA É CAMPEÃ DO MUNDO! 🤩🇪🇸 Lamine Yamal e toda a Espanha são ... |  TikTok

A imagem do jovem craque Yamal personaliza o título

Vicente Limongi Netto

A Copa do Mundo de 2026 ficou com a melhor seleção, que se tornou bicampeã do mundo. A Espanha é afinada em todas suas linhas. Jogam com toque de bola, cansam o adversário. Vão avançando, trocando passes, sufocam os rivais. O gol é questão de tempo.

A Argentina resistiu bravamente. Mas é infinitamente inferir a Espanha. O astro Messi apagado. Nem discreto foi. Parece que percebeu, desde o início, que o sonho do tetra argentino estava distante.

LEGÍTIMO CRAQUE – O grande goleiro argentino foi massacrado. Do início ao fim. Salvou o time de uma goleada. O menino Lamine Yamal fez bom segundo tempo. Sabe jogar. Com mais vigor e experiência, será realmente legítimo craque. O menino Yamal devolveu ao craque Messi o banho que ganhou dele, numa bacia azul, há 19 anos.

O: futebol é exuberante pelos detalhes dentro e fora do campo. Que o Brasil saiba aprender lições dos atuais campeões do mundo. Jogam juntos há vários anos. Garotada já afiada para a Copa de 2030.

O Brasil vai começar do zero. Com muito trabalho, se realmente pretende fazer bonito na próxima Copa. Porque nesta que acabou, foi um medonho vexame. Que só será amainado com conquistas importantes.

AMADA POR TODOS – Fez bonito na Copa. Garbosa, linda e amada no mundo todo. Sem ela, a Copa não existe.  Todos a querem. Os melhores a tratam com carinho. Como uma filha. Mas também sofre, leva pontapés e bicos.

Faz parte de alegrias e tristezas. Antigamente eu era feiosa. Mas está cada vez mais bonita e vistosa, sempre preparada para grandes ocasiões. Hoje, tem cores e padrões variados, que a fazem cada vez mais atraente, como objeto de desejo

Adora dormir em aconchegantes redes. Quando a mandam para a arquibancada dá uma tremenda briga. Todos querem levá-la para casa e ficar com ela, que é vaidosa e famosa, aplaudida nos quintais, na várzea, na praia, nas ruas, em mansões, em favelas, nos presídios e nos estádios suntuosos. Em 2030, novamente vai encantar o mundo. 

As três mulheres de Jair Bolsonaro e as disputas políticas que atravessam o poder

Disputas familiares cercam o clã Bolsonaro

Caio Sartori
O Globo

A rixa entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o enteado que disputará a Presidência, Flávio Bolsonaro, é o caso mais recente de um antigo padrão familiar. Jair Bolsonaro colocou as três mulheres com as quais foi casado em situações políticas que despertaram rachas, disputas eleitorais entre integrantes da família ou investigações por suspeitas de irregularidades.

Agora, a exposição das insatisfações de Michelle em relação ao senador representa uma crise no momento de maior projeção de um parente do ex-presidente. A esposa de Jair, que chegou a deixar o comando do PL Mulher, reluta em se envolver na empreitada do enteado, que vê em risco o engajamento de setores como as mulheres e os evangélicos.

DISPUTA – Um dos casos mais emblemáticos na história política da família se deu em 2000. Divorciado da vereadora carioca Rogéria, eleita em 1992 e 1996 com sobrenome do marido, o então deputado Bolsonaro resolveu colocar um dos filhos do casal, Carlos, para concorrer contra a própria mãe. Aos 17 anos, ele foi eleito para o cargo no qual ficou até dezembro do ano passado, e Rogéria não conseguiu a recondução.

Veio então o casamento com Ana Cristina Valle, mãe de Jair Renan. Foram anos de prosperidade: Bolsonaro e ela construíram um patrimônio calcado na compra de 14 imóveis ou terrenos, cinco deles pagos em espécie. A união estável durou de 1997 a 2008.

Foi só com os holofotes colocados sobre a família, a partir da eleição de 2018, que os negócios do antigo casal passaram por escrutínio. Durante a investigação das supostas “rachadinhas” de Flávio quando era deputado no Rio, Ana Cristina virou peça-chave.

PROTAGONISMO – Embora não tenha sido denunciada, a ex de Jair era protagonista de um dos núcleos investigados, na esteira da nomeação de dez parentes no gabinete. O Ministério Público analisou dados bancários da família dela e verificou que, dos R$ 4,8 milhões pagos em salários no período considerado, R$ 4 milhões foram retirados em espécie.

A segunda mulher do ex-presidente também teve o sigilo quebrado na investigação sobre outra suposta rachadinha, a de Carlos Bolsonaro. Ela foi chefe de gabinete do enteado na Câmara do Rio.

DESABAFO – Em carta enviada a Jair em 2007 e obtida pelo portal Uol em 2022, Ana Cristina desabafa sobre problemas que aconteceram durante a relação. Menciona, por exemplo, atritos relacionados a Carlos, o que mostra como Michelle não é a primeira a ter tensões com os filhos de Bolsonaro.

“Por dois anos, eu o amei, amparei e socorri todos os seus medos e em troca tive o título de sedutora de menor. Ah, como dói, dói muito, fala para ele que meu amor era sincero e puro”, escreveu.

CARGOS –  A partir da união com Bolsonaro, a mãe de Jair Renan ganhou sucessivos cargos em gabinetes. Logo no início da relação, foi assessora no gabinete da liderança do PPB, partido do deputado na época.

A fim de pegar embalo na força do ex-marido como figura nacionalizada, Ana Cristina chegou a tentar uma vaga de deputada federal no Rio em 2018 pelo Podemos. Usou o nome de urna “Cristina Bolsonaro”, o mesmo que adotou quatro anos depois, filiada ao PP, para tentar virar deputada distrital no DF.

CARONA NO NOME – Michelle nunca gostou da tentativa dela de pegar carona no nome, e Cristina não conseguiu se eleger em nenhuma das eleições. Em 2022, a irritação da ex-primeira-dama tinha motivo adicional: um irmão dela também buscou, sem sucesso, uma vaga de deputado distrital.

Quem tem ansiado retornar a cargos eletivos é Rogéria. Em 2020, concorreu à mesma Câmara do Rio em que atuou no passado. Dessa vez, o movimento se deu em comum acordo com o filho Carlos e o ex-marido, mas Bolsonaro não se engajou na campanha. Acabou com exíguos 2 mil votos.

Para este ano, Rogéria foi escolhida como suplente do pré-candidato ao Senado pelo Rio Márcio Canella (União), que vê a candidatura em xeque por ter sido preso em flagrante com posse ilegal de fuzil. Alguns aliados, como noticiou a colunista Bela Megale, sugerem que Flávio deveria escolher a mãe para preencher outra vaga: a de candidata ao Senado do PL, que está sem postulante depois da desistência de Cláudio Castro.

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Brasil reforça apoio a exportadores para evitar escalada da crise com os EUA

Governo dimensiona perdas dos setores atingidos

Pedro do Coutto

A escalada da disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos impôs ao governo Lula da Silva um desafio que vai muito além da política externa. Ao mesmo tempo em que precisa responder aos efeitos econômicos do novo tarifaço norte-americano, o Planalto procura evitar uma reação que possa aprofundar as tensões com Washington e comprometer ainda mais as exportações brasileiras.

Nesse contexto, o governo intensificou uma rodada de conversas com os setores mais atingidos pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos. O objetivo é dimensionar as perdas efetivas de cada segmento e calcular o volume de recursos necessários para reforçar o programa Brasil Soberano, criado justamente para oferecer apoio financeiro e preservar a competitividade das empresas exportadoras afetadas pelas restrições comerciais.

ORÇAMENTO – Até o momento, o programa conta com orçamento de aproximadamente R$ 21 bilhões. A tendência, segundo integrantes do governo, é que esse montante seja ampliado caso os levantamentos indiquem impactos superiores aos inicialmente projetados. A prioridade é direcionar os recursos para empresas mais expostas ao mercado norte-americano, preservando empregos, capacidade produtiva e fluxo de exportações.

A estratégia, entretanto, revela um aspecto importante da condução política do governo: a preferência por uma resposta econômica, e não por uma escalada diplomática. Embora o Brasil tenha aprovado instrumentos legais que permitem medidas de reciprocidade comercial, o presidente Lula tem tratado com cautela a possibilidade de retaliar diretamente os Estados Unidos.

NOVAS SANÇÕES – No entendimento do Palácio do Planalto, uma resposta equivalente poderia provocar uma nova rodada de sanções por parte do governo norte-americano, ampliando as perdas para setores estratégicos da economia brasileira.

Essa avaliação é compartilhada por integrantes da equipe econômica e diplomática. A leitura predominante é que, diante da atual disposição da administração norte-americana, uma retaliação dificilmente encerraria o conflito. Ao contrário, poderia alimentar uma dinâmica de sucessivas respostas comerciais, aumentando a insegurança para empresas e investidores.

Há ainda outro componente que pesa nas decisões do governo brasileiro: o calendário político. Nos bastidores de Brasília cresce a percepção de que uma negociação de maior alcance entre os dois governos dificilmente avançará antes das eleições presidenciais brasileiras. A avaliação é que tanto Brasília quanto Washington tendem a evitar concessões relevantes durante um período marcado pela disputa política e pelo elevado custo eleitoral de eventuais recuos.

IMPACTOS INTERNOS – Na prática, isso significa que o governo trabalha com um horizonte de convivência prolongada com as barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos. Em vez de apostar exclusivamente na reversão das tarifas por meio da negociação diplomática, o Executivo concentra esforços em reduzir os impactos internos, fortalecendo instrumentos de crédito, apoio financeiro e preservação da capacidade exportadora.

Essa postura também reflete uma mudança de enfoque na política econômica. Em cenários de maior instabilidade internacional, programas de apoio ao setor produtivo deixam de funcionar apenas como medidas emergenciais e passam a integrar uma estratégia de proteção da atividade econômica. O desafio consiste em evitar que empresas competitivas percam mercados externos em razão de fatores geopolíticos sobre os quais possuem pouca influência.

DIÁLOGO – Ao mesmo tempo, o governo busca preservar canais institucionais de diálogo com os Estados Unidos, ainda que reconheça as limitações atuais dessas negociações. A aposta é que manter aberta a interlocução diplomática poderá facilitar uma futura recomposição das relações comerciais quando o ambiente político se mostrar mais favorável.

Entre ampliar o apoio aos exportadores e evitar uma escalada de retaliações, o governo Lula procura construir uma resposta pragmática. A prioridade, neste momento, parece ser reduzir os danos econômicos imediatos sem transformar uma disputa comercial em uma crise diplomática ainda mais profunda. Enquanto as negociações permanecem praticamente congeladas, o fortalecimento do Brasil Soberano surge como o principal instrumento para amortecer os efeitos de um conflito que, ao que tudo indica, continuará influenciando a economia brasileira até que o cenário político permita uma reaproximação entre os dois países.

Foro privilegiado: só uma em cada 19 ações penais no STF resulta em condenação

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Há ministros do Supremo que têm aquela tranquilidade dos grandes criminosos

Tribuna da Internet | Ministros do Supremo festejaram seu pior Natal de todo os tempos

Charge do Zappa (Humortadela)

Carlos Newton

É uma vergonha não somente para a Suprema Corte brasileira, mas para o próprio país. Pela primeira vez na História, o mais importante tribunal brasileiro está sendo presidido por um ministro  investigado formalmente por envolvimento com um dos maiores agentes de corrupção que já surgiram aqui do lado de baixo de Equador.

Para o ministro Alexandre de Moraes, que no dia 17 assumiu a presidência do STF para ficar até o final do recesso, o fato de estar sob investigação da Polícia Federal não significa nada, pois ele se comporta como se tivesse certeza de que sua ligação ao banqueiro Daniel Vorcaro não o atinge, de forma alguma.

MILHÕES DE MOTIVOS – Como costuma dizer o jornalista Mario Sabino, o ministro Moraes tem 129 milhões de motivos para estar preocupado, porque existem provas robustas não apenas de seu envolvimento com o corruptor Daniel Vorcaro, como também de que sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, também foi cooptada em grande estilo pelo banqueiro.

Em meio a esse tremendo imbróglio do Banco Master, que vem destruindo reputações nos Três Poderes da República, é impressionante o sangue frio do novo presidente do Supremo. Ele se comporta como se nada pudesse lhe acontecer, apesar das sucessivas conversas dele com Vorcaro no dia que o Banco Master sofreu intervenção extrajudicial, as quais terminam com a aquela reveladora pergunta do banqueiro: “Bloqueou?”.

CALMA APARENTE – Segundo o jornalista Carlos Andreazza, do Estadão, essa aparente tranquilidade de Moraes se deve ao fato de que a Polícia Federal não está avançando as investigações sobre ele, a mulher e o outro ministro envolvido, Dias Toffoli, dublê de empresário no ramo do turismo..

É inaceitável, mas absolutamente possível que a PF esteja tentando colocar uma pedra sobre essas apurações, que deveriam ser consideradas as mais importantes. Afinal, o que falta acontecer à Justiça brasileira?

Segundo o analista do Estadão, o ministro Gilmar Mendes estaria por trás dessa manobra, ao impor que “o garantismo seletivo produzisse o fechamento do ‘Estreito de Ormuz’ por meio do qual altas autoridades seriam investigadas”.

ACOBERTAMENTO – Para fortalecer sua denúncia, Carlos Andreazza lembra que Gilmar Mendes foi quem impediu que fosse quebrado o sigilo fiscal e administrativo do luxuoso hotel-cassino que o neomilionário ministro Dias Toffoli mandou construir no Paraná.

Gilmar tentou proteger o amigo Toffoli, que realmente saiu do foco dos jornalistas, mas o assunto não está sepultado. Muito pelo contrário, e a denúncia de Carlos Andreazza tem tamanha gravidade que o Estadão, cumprindo seu dever jornalístico, desde o último dia 3 está deixando em destaque no portal da internet essas afirmações do jornalista,

É exatamente o contrário do que faz hoje O Globo, que tenta boicotar e esconder o trabalho de seus melhores colunistas, como Malu Gaspar, Lauro Jardim, Bela Megale, Bernardo Mello Franco, Merval Pereira e outros, que têm criticado duramente o acobertamento de autoridades dos Três Poderes que se envolveram com o corruptíssimo Vorcaro.

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P.S. –
Essa tremenda bagunça institucional me lembra um grande amigo, Fernando Aguinaga, o aristocrata que ensinou boas maneiras ao jornalista Ibrahim Sued para que ele pudesse frequentar a alta sociedade. Aguinaga, que Ibrahim chamava de “barão”, costumava dizer que no Brasil “certas autoridades enriquecidas ilicitamente têm a tranquilidade dos grandes criminosos e não ligam para investigações”. É justamente o que está acontecendo com Alexandre de Moraes, que se julga acima do bem e do mal. Mas acontece que existe também um ministro chamado André Mendonça, que é relator do processo e parece ser à prova de conluios. (C.N.)

Tebet diz que Michelle sofre com a ideologia de extrema direita que representa

Flávio tem personalidade multifacetada e poderá exigir tratamento psiquiátrico

Charge do JCaesar: 14 de janeiro | VEJA

Charge do JCaesar: VEJA

Vicente Limongi Netto

Valdemar Costa Neto, o chefão do PL e do cofre da legenda, anda tenso e preocupado com reações bruscas do candidato Flávio Bolsonaro. No começo da campanha, o comando do PL era só alegrias.  No cenário eleitoral, apenas bons aromas. Vasos com flores alegravam o ambiente do rico partido. 

Hoje, o enxofre, detergentes e água sanitária não estão dando conta. O mal cheiro persiste. Sal grosso não resolve. 

SÁBIO CONSELHO – Valdemar foi aconselhado por outras raposas felpudas a criar um conselho de psicólogos, psiquiatras, sociólogos, geriatras e pais de santo, para ver o que há com o humor e o estado de espírito do filho 01 do golpista.

Dinheiro para Valdemar não é problema. Se for o caso, com o conselho de notáveis fracassando ao dar assessoria ao dono do PL, ele poderá achar necessário recorrer a cientistas internacionais.

O destemperado e grosseiro Donald Trump então poderá indicar os médicos dele, aos quais recorre quando tem frequentes acessos de loucura e quer descontar no resto do mundo. 

CULPA DE TRUMP – Há quem sustente que parte do atual quadro de melancolia de Flávio Bolsonaro é culpa do padrinho dele, Trump, por agravar mais ainda as taxações de produtos brasileiros, além de mandar uma ratazana da equipe de sabujos dele, Marco Rubio, jogar as patas no Brasil e em Lula. 

 O conselho de especialistas deve  antever que terá problemas para colocar Flávio na ponta dos cascos, para ver se recupera o tempo eleitoral perdido, já que o filho 01 que caiu no colo de Valdemar Costa Neto, tem mostrado aos brasileiros diversas personalidades.

Uma hora é Flávio Rachadinha. Na hora do almoço é Flávio Chocolate, no lanche da tarde é Flávio Vorcaro, à noite prefere ser o Flávio Sicário. De madrugada tem pesadelos com Flávio Milicianos. Quando bota os pés no Senado, onde é um completo inútil, é o Flávio moleque de recado de Trump. Assim, fica difícil para o eleitor bolsonarista decidir em qual Flávio vai votar. Ou, então, vai desistir de ser besta e de votar errado.

Decisões monocráticas e falta de transparência desgastam o STF, alega analista

Pesquisa mostra eleitores menos dispostos à militância política nas redes

Charge do Gilmar (Arquivo do Google)

Deu no G1

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (17) mostra que a maior parte dos brasileiros não pretende entrar em grupos de WhatsApp de política nas eleições de 2026. A preferência dos eleitores é acompanhar o noticiário sobre política, as entrevistas com os candidatos e as propostas e programas de governo.

O levantamento indica que 87% dos entrevistados disseram que não pretendem participar de grupos de WhatsApp sobre política durante o período eleitoral. Apenas 11% afirmaram que pretendem entrar nesses grupos, enquanto 2% responderam que talvez participem.

POUCA DISPOSIÇÃO – A disposição para participar presencialmente da campanha é ainda menor. Apenas 24% afirmaram que pretendem ir a eventos de rua em apoio ao seu candidato, enquanto 71% disseram que não têm essa intenção. Outros 5% disseram que talvez estejam em eventos presenciais. Apenas 24% afirmaram que pretendem ir a eventos de rua em apoio ao seu candidato. — Foto: Vanessa Rodrigues/Jornal A Tribuna (imagem ilustrativa)

Entre as formas de acompanhar a disputa, as mais citadas foram assistir às entrevistas dos candidatos e acompanhar as propostas e programas de governo, ambas mencionadas por 63% dos entrevistados. Em seguida aparece o interesse em acompanhar o noticiário sobre política, opção escolhida por 60%.

DIVIDIDOS – Sobre acompanhar a propaganda eleitoral gratuita, 46% responderam que pretendem assistir, e 49% que disseram que não. As redes sociais também dividem os entrevistados. Enquanto 47% disseram que pretendem acompanhar as campanhas pelas plataformas digitais, 48% afirmaram que não farão isso.

A pesquisa entrevistou 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07181/2026.

PF aciona Interpol para rastrear fortuna de Daniel Vorcaro no exterior